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Invadiram meu blog 01-05-2006 23:47 | Por Egidio Pois é, invadiram meu blog. Só tinha esse backup de 20 de maio de 2005. Perdi todos os comments, counters e posts desde então. Tem gente que é destrutiva. O mal atinge mais quem o pratica do que quem o recebe. Isso eu tenho certeza. As contas são acertadas pela energia. Le dance lelê. Sonhos e Olhos 20-05-2005 3:43 | Por Egidio 26/01/2004
Nada de novo. Insônia, pensamentos, idéias, angústia. E sonhos. Não os sonhos de outdoor, revista ou big brothers. Não os carros, a casa enorme e a conta cheia. Longe disso. Sonhos de prateleira? Verdades de prateleira? Ora, somos a geração da prateleira. “Está tudo pronto, e se achar e pegar”. Pode procurar. Você vai achar o seu sonho. O seu, o do seu amigo, primo, colega de trabalho. Não! Não! E mais um não! Não!! E como é difícil negá-los! Como está intrínseco! Arraigado. Difundido. Sufocante... Parecia-me fácil o script. Basta seguir o roteiro “estude e trabalhe duro”, que a felicidade virá. Ora, nada mais justo num país onde de justo só te o jota. Ou nem isso. Sonhos! Quantos sonhos! Olhos! Quantos olhos! Todos a te olhar, a te tingir de expectativas alheias. A te acompanhar, passo a passo, erro a erro, acerto a acerto. A te consumir, a te vigiar Oh, os olhos... Bichos de sete cabeças, Faca de dois gumes. Portas para o mundo material. Teus melhores amigos. Teus piores inimigos, sem culpa alguma. Janelas da alma, sem pudor algum. Olho, logo desejo. Olhos, olhos, olhos... Não bastavam-nos as montanhas, praias rios e mares para perdermo-nos em sonhos? Sua visão não seria suficiente para sermos felizes? Nossa história mostra que não. Antes de homo-sapiens, somos animais. Este é o nosso reino. E todos nesse reino buscam diferenciar-se. Melhor você é, melhores suas chances de perpetuar seus genes. Eis que “surge” o homem. Subjugando todos à sua volta. Toda a natureza. Topo da cadeia alimentar. Adubo de cidades de pedra. E que precisa diferenciar-se uns aos outros. Mas como? Primeiro, quando era melhor caçador. Hoje, quando tem poder. Ou dinheiro, que aliás é um ótimo sinônimo de poder. “Get a good job, get more paid and you’re ok” preconizava Pink Floyd. De sonhos, fui aos olhos, raspei na antropologia, caí no poder e no dinheiro. Sonhos! Oh os sonhos! É assim mesmo que eles se perdem em si. Qual teu sonho?? Tens sonhos?? Conheço gente que sonha em ver o mar. Conheço gente que sonha em ter o mar. Conheço gente que sonha sem ver o mar. Conheço gente que sonha sem ter o mar.. A mesma frase. Quatro vezes, quatro visões diferentes Meu sonho? De noite, na cama, é sonho. De dia, na vida, é utopia. Em casa é maravilha, na família esquisitice. Talvez nem saiba defini-lo ao certo, pois não é tão simples assim. Não o sonho em si, mas sim defini-lo. Sonho que é sonhos não tem fronteiras, rótulo ou credencial. Sonho é sonho, e fantasia, é alegria, é felicidade. Sei que sonho em fazer algo diferente. Inovador talvez. Sonho com um mundo melhor. Sonho com a justiça, com a igualdade, com a dignidade. Não a minha ou a sua, mas as dos que não conseguem obtê-las pelo roteiro, pelas próprias mãos. Àqueles que precisam. Àqueles que nem receberam o roteiro. Àqueles que nem sabem que existe um. Não sei como. Mas sei que posso tentar. Sei que posso. Sei que tenho que tentar. -Oh, eterno prodígio eles dirão. Talento desperdiçado, louco, intransigente, irresponsável, burro, pensarão. Quer saber, dá medo, é duro, é muito duro. Criamos raízes sem termos plantado. Plantaram em nós ervas daninhas sem perceber. Regadas com verdades prontas e sonhos enlatados. Estimuladas pelos olhos (Oh, os olhos), as raízes se espalharam pelo corpo, grudaram. E o sucesso alheio parece como uma cenourinha à sua frente. Corra e ganhe seu prêmio. É difícil. Sei que é. Mas é nobre. E é meu. Significado 20-05-2005 3:04 | Por Egidio Todas as coisas, tudo, tem um significado. Coisas são eventos, acontecimentos, atitudes, pensamentos e sonhos. Em tudo há uma lição, uma integração, uma correlação.
Estar sensível a isso é trabalho árduo para uns e para outros. Para uns outros nem tanto. Mas de fato, a cada expansão da consciência através do entendimento das coisas e dos seus significados aumenta também a capacidade de entendê-las e a naturalidade que essa relação de significado e compreensão se desenvolve. ---- 15.05.2005 Criar 06-05-2005 21:31 | Por Egidio Tudo o que a humanidade criou ela não mais que transformou. Transformou metal em computador, partículas em aglomerados de partículas. Até um humano já criou. Transformou um fragmento do DNA em um ser equivalente. Tanto criou e nunca passou perto do que é a Criação. Criar a vida. Podem até saber o processo todo. Mas daí até afirmar que conhecem tudo o que está envolvido existe uma eternidade os separando. Ainda vou escrever mais sobre isso. O caminho de cada um 18-02-2005 21:05 | Por Egidio Escrevi isto quando pedi demissão da última empresa que trabalhei.
----------------------- O que seria das nossas vidas se nos fosse privada a opção de escolha? O que seria das nossas vidas se nos fosse determinado apenas um caminho? A grande questão é... O que será da vida de cada um de nós se não tivermos a capacidade de escolher??? Será que seremos conformados frustrados, pseudo felizes, eternos prodígios? A opção da escolha nos foi dada, mas como legado, nossa capacidade de escolha é bastante limitada. Temos dois "macro-limitadores": um externo e outro interno. O externo foge ao nosso controle, por simplesmente ser externo. Mas nossos limites internos são definidos pelo medo, pela insegurança, por aquilo que acreditamos, por aquilo que sonhamos, pelo o quanto agimos, pelo quanto pensamos, pela própria necessidade. E é incrível perceber o quão estreitos nossos limites são. Para muitos, mais estreitos ainda; muito menos para outros poucos. A grande notícia é que temos condições de atuar sobre nossos limitadores internos. Temos condições de combater nosso medo, de brigar pelos nossos ideais, de lutar pelos nossos sonhos. NUNCA duvidem disso. Mas não "basta" agir. É NECESSÁRIO agir. "A ação cura o medo." diz uma frase que li certa vez. Nossa capacidade de escolha é inversamente proporcional à dimensão dos nossos limitadores. Ou seja, quanto mais e mais limites impomos para nós mesmos, menor será nossa capacidade de escolha. E nossa capacidade de escolha é nosso melhor indicador de capacidade de felicidade. Quando mantivermos o prumo de nossos caminhos apontado para o norte de nossos valores morais e éticos e usarmos nosso leme para direcioná-los para o que sonhamos que sejam nossas vidas, seremos felizes. Pois neste caso ninguém nos impediria de trilharmos nosso caminho: nem os obstáculos, nem os erros, nem os medos e muito menos os outros, que insistem em nos transmitindo seus próprios medos. Como hoje é meu último dia aqui na Nexxia, tive vontade de escrever algo. Pois foi muito legal ter conhecido todos vocês, “Nexxyanos”, ter compartilhado momentos de alegria e às vezes de tristeza, ter visto muita coisa interessante! Mas resolvi mudar um pouco a direção do meu leme. E vou feliz, mais de que quando cheguei aqui. E vou mesmo assim, mesmo acreditando na retomada do crescimento do grupo. Mas não podia de deixar de escrever algo!!! Não podia deixar de dizer pra cada um: ACREDITE EM VOCÊ E NOS SEUS SONHOS! Pois é assim que me sinto em relação a mim mesmo! Afinal, esta vida, só viverei uma vez! Deixo um grande abraço e compartilho o desejo de sucesso e felicidade de cada um de nós! Egidio Caleiro Santoro, 13/11/2002 Desvendando o “Cada um na sua” 17-02-2005 22:51 | Por Egidio ![]() A postulação Faço o que penso, sigo o que acredito, vivo minha vida à minha maneira, respeito como o outro age e pensa e principalmente exijo que faça o mesmo comigo: respeite o que sou, o que acredito e como ajo e como penso. Essa é a premissa principal do proceder "Cada um na sua". A consequencia não percebida Ao respeitar o que penso, não há nenhum conhecimento em você que eu possa absorver de novo. Ao respeitar como ajo, não há nenhuma atitude em você que me encante. Ao respeitar o que acredito, sua crença de nada vale, e a minha continuará inabalada. Ao respeitar o que sou, você já me vê pronto, acabado. O Conhecimento e a Ajuda Três pontos sobre o conhecimento. No primeiro ele é limitado. No segundo ele é necessário. No terceiro, limitante. No primeiro ponto, o próprio conhecimento carrega em si a implicação de inacabado, incompleto, ingnorante. Conhecimento é ato ou efeito de conhecer. ATO ou EFEITO de conhecer. Ou seja, precisamos de algo além da nossa compreensão para conhecer mais. Logo, o que conhecemos hoje é necessariamente menos do que conhecemos amanhã. Antigamente entendíamos a Terra como ponto central – o sol e tudo o mais girava em torno dela. Depois entendemos que ela gira em torno do sol. Depois entendemos que o sol não é o centro do universo e depois que nosso sistema solar não está no centro da via láctea. Note que a palavra mais importante não é o aprender. É o ato ou efeito, o “depois”, pois só depois do ato ou efeito de conhecer, ou seja, só um passo à frente no conhecimento nosso entendimento fica mais claro. Neste ponto do conhecimento a ajuda só pode vir do externo. Da observação ou percepção de algo que está fora, que se encontra além do que já sabemos pode nos auxiliar. Pois ajuda é auxílio. E ao observar mais e melhor o externo podemos ampliar as bases do raciocínio. Pois o conhecimento neste ponto está limitado. E algo de fora há de nos ajudar. E a partir deste entendimento surge o próximo ponto, onde o conhecimento se faz necessário. Se o conhecimento é limitado e a ajuda surge do externo, concluímos claramente que temos necessidade do conhecimento se buscamos entendimento. Afinal, se não buscamos nada, não precisamos conhecer nada além do que já conhecemos. Só isso já basta. Mas todos buscam algo independente do tamanho que tenha o objeto de busca. Seja isso estar vivo amanhã, lutar por uma nova consciência no mundo ou construir uma vida de sucesso material ou espiritual. Então, o conhecimento se faz necessário. E a primeira ajuda tem de ser externa. A necessidade de ajuda pode ser auto gerada, auto percebida, mas a primeira ajuda, essa será buscada e conseguida fora, seja na leitura de um texto, nas palavras de outrém, em qualquer sinal que seja percebido como novo e condizente com a necessidade. E então forma-se um ciclo de necessidade de ajuda gera conhecimento e necessidade conhecimento gera ajuda. Pois quanto mais ajuda – auxílio – tivermos, mais conhecimento obteremos e quanto mais conhecimento obtivermos, mais ajuda teremos em nosso entendimento. No conhecimento limitado, a ajuda surge do externo. Na necessidade do conhecimento, a ajuda vem dele e dele vem a ajuda. Assim, com a expansão da nossa área de conhecimento, ampliamos nossa capacidade de entendimento. Como num quebra-cabeças, ao passo que desvendamos fragmentos do todo, o todo fica mais claro, qualquer que seja o quebra-cabeças, desde a imagem de cavalos selvagens nas pradarias ao quebra-cabeças da nossa existência. Logo, uma outra conclusão importante é tirada destas reflexões: ao expandirmos nosso conhecimento, expandimos a nós mesmos, seres inteligentes que somos. Crescemos em consciência e percepção, sem importar a direção dos possíveis vetores. Simplesmente crescemos, qualquer que seja a direção do crescimento. Se uma pessoa buscou ajuda no conhecimento para desenvolver uma arma de destruição em massa, ou se buscou ajuda no conhecimento para desenvolver uma sociedade de paz, ambas ampliaram o seu conhecimento, cresceram em capacidade de raciocínio. Obviamente estamos refletindo para o aumento da consciência e percepção visando a ampliação de nosso ser, de nosso amor, de nossa sabedoria e de nossa paz. Mas isso não tira o caráter de que o conhecimento expande a mente em qualquer direção. Isso é um direcionamento de onde estamos pisando e onde queremos chegar. O conhecimento nos leva ao paradigma do quebra-cabeças, onde o fragmento é parte do todo e por si só o fragmento é incapaz de dizer sobre o todo ao mesmo tempo que o todo não existe sem o fragmento. Ou seja, tudo está interligado, inter-relacionado. A representação do todo por meio do fragmento – os fractais – é lei na natureza ao passo que no conhecimento, as partes não dizem sobre o todo, pois desconhecemos o todo. --- ainda inacabado --- em breve completo |
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